Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Primeiro Tablet brasileiro chega ao mercado...


Primeiro tablet projetado no Brasil chega por R$ 1,6 mil



adaptado para o uso automotivo.
Aparelho roda o sistema operacional Android, do Google.


Uma empresa de Minas Gerais lançou em fevereiro o primeiro tablet desenvolvido e montado no Brasil. A MXT Industrial, que produz hardware para o segmento automotivo, criou o “i-MXT”, que roda o sistema operacional do Google, o Android 2.2. O tablet nacional é vendido entre R$ 1,6 mil e R$ 2,5 mil.

Vem ai o Ipad 2

Case para iPad 2 mostra um design mais fino, com câmera frontal e traseira

Case para o possível iPad 2 (Foto: Reprodução)
Case para o possível iPad 2 (Foto: Reprodução)
Uma das estratégias da Apple é, na medida do possível, manter sobre total sigilo seu novos projetos. É uma forma de preservar o efeito surpresa e manter seus produtos sempre na mídia alimentados por boatos. Com o iPad 2 não seria diferente, e rumores é o que não falta acerca da nova geração do tablet.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

TouchPad, conheça o novo tablet da HP



Gabriel TonobohnDa MWC 2011

Menos de um ano após a compra da Palm, a HP apresentou no Mobile World Congress seu novo tablet, o HP TouchPad, equipado com uma nova versão do webOS. Com uma borda preta, assim como a maioria dos tablets lançados recentemente, o TouchPad tem tela de 9,7 polegadas com resolução de 1024 x 768 pixels, com tamanho semelhante ao do iPad e o novo Samsung Galaxy Tab 10,1”.

Seu hardware é potente: vem com chip da Qualcomm, o Snapdragon de 1.2 GHz dual-core, e tem 1 GB de memória RAM, Bluetooth 2.1 +EDR, Wi-Fi, câmera frontal de 1.3 MP para chamadas de vídeo e chegará ao mercado com opções de 16 ou 32 GB de memória interna.

Diferenciais

O HP TouchPad conta com uma interessante tecnologia chamada Touchstone, que permite compartilhar dados entre dispositivos webOS, como o novo Palm Pre 3, apenas colocando um ao lado do outro, sem a necessidade de fios. Assim, sem nenhum esforço, você pode acessar uma página que estava aberta no seu tablet dirtamente no seu celular. O carregador é mais um diferencial do TouchPad. Além de funcionar como um suporte para o aparelho, ele o recarrega sem conectar nenhum fio a ele.

Os gráficos rodam suavemente no dispositivo, que ainda suporta Flash 10.1. O webOS também é multitarefa, o que significa que você pode rodar vários aplicativos ao mesmo tempo. O QuickOffice, Google Docs, Dropbox, Facebook, Photobucket, e outros aplicativos já virão pré-instalados.

HP TouchPad (Foto: Gabriel Tonobohn)HP TouchPad (Foto: Gabriel Tonobohn/TechTudo)

Desafios

A oferta de aplicativos, no entanto, ainda é limitada. O webOS corre atrás do Android e do iOS, que já oferecem milhares de programas. A empresa terá os próximos meses para buscar desenvolvedores para a plataforma, já que o tablet será lançado apenas no verão norte-americano, ou seja, no terceiro trimestre do ano.

A HP afirmou que nos próximos dias fará um novo anúncio, onde provavelmente teremos informações sobre os países onde o tablet será oferecido.

Confira o vídeo abaixo para ver o HP

Fonte: Techtudo

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Como inserir os plug-ins do Facebook em seu site

Materia escrita por:
Camila Porto de Camargo
Para o TechTudo

Nível: Intermediário
Aplicativos necessários: Facebook e acesso ao código fonte do site/blog
Passos: 5

O Facebook foi uma das redes sociais com taxa de crescimento mais elevada nos últimos anos. Além de ter mais de 600 milhões de usuários em todo o mundo, a rede continua a ganhar pontos e popularidade por permitir a integração com sites, por meio de plug-ins. Os Social Plug-ins são alguns aplicativos disponibilizados pelo próprio Facebook, para que qualquer pessoa que possua um site ou um blog faça a ligação direta entre uma página na web e a rede social.

Social Plugins do Facebook (Foto: Reprodução/TechTudo)
Social Plugins do Facebook (Foto: Reprodução/TechTudo)

Há nove opções de plug-ins diferentes e cada um possui uma utilidade específica. Porém, para inserir os plug-ins, é necessário que você tenha acesso ao código fonte do seu site ou blog, bem como algum conhecimento em códigos de programação.

Escolha o seu plug-in

Passo 1. Acesse a página Social Plugins do Facebook e escolha qual deles você pretende usar em seu site.

Passo 2. Defina as propriedades do plug-in, como tamanho, link de direcionamento e identificação. Todas as mudanças feitas podem ser vistas em tempo real.

Propriedades do Plugin (Foto: Reprodução/Camila Porto)
Propriedades do Plugin (Foto: Reprodução/Camila Porto)

Passo 3. Clique em “Get Code” para visualizar e copiar o código do plug-in.

Inserir em seu site ou blog

Passo 4. Clique sobre o código fornecido pelo Facebook e dê “Ctrl+C” para copiá-lo.

Copie o código fornecido pelo Facebook (Foto: Reprodução/Camila Porto)
Copie o código fornecido pelo Facebook (Foto:
Reprodução/Camila Porto)

Passo 5. Acesse o código fonte de seu site e insira o código copiado no local onde ele será visualizado. Cada plug-in possui uma função característica, por isso, precisa ter seu código inserido em lugares específicos e que podem variar. Por isso, ter conhecimentos na linguagem de programação utilizada em sua página é essencial.


Fonte: Tectudo

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Cresce procura por programadores para smartphones e tablets

Muito interessante galera!!!
Estava no facebook hoje e vi uma informação no perfil da Accenture sobre o resultado de uma pesquisa da revista Exame, informando que o mercado possui muitas vagas para programadores mobiles. Veja a reportagem tirado direto do site da revista Exame na integra.

HTML5 e Android são os termos mais recorrentes nos anúncios de emprego para profissionais de tecnologia, diz pesquisa



iPad, da Apple: crescimento do mercado de tablets exige profissionais que saibam produzir programas para dispositivos móveis


São Paulo – Os anúncios de oportunidades profissionais na área de tecnologia revelam uma tendência que os dados do mercado já sugeriam há um tempo: o perfil de quem trabalha com programação de softwares está, realmente, se aproximando do conceito de mobilidade.


É o que confirma levantamento divulgado recentemente pelo site de empregos Indeed. De acordo com a pesquisa, as palavras chaves HTML5, aplicativo para dispositivos móveis e Android se tornaram mais frequentes nos anúncios de emprego online ao longo de todo ano passado.

Todos esses termos, populares entre os profissionais de tecnologia, fazem parte de um mesmo contexto: a evolução dos mercado de dispositivos móveis ao redor do mundo.

Capitaneado pela popularização dos smartphones e, mais recentemente, pela euforia em torno dos tablets, como o iPad da Apple, essa parcela do setor de tecnologia provocou uma espécie de revolução no mundo dos negócios. Agora, independente do ramo de atuação, todos precisam marcar presença em cada uma dessas plataformas.

A recorrência do termo Android (sistema operacional para smartphones do Google) nos anúncios de emprego online é um exemplo prático de como essa tendência tem impactado o mercado de trabalho do setor. No último trimestre do ano passado, o Android assumiu a liderança do mercado de sistemas operacionais para celulares inteligentes. Segundo pesquisa da Canalys, no período, foram vendidos 32,9 milhões de aparelhos com o sistema operacional do Google contra 31 milhões de modelos Symbian, tradicional líder do mercado até então.

Como consequência direta, no mesmo período, a palavra Android apareceu em mais de 10 mil anúncios de emprego nos Estados Unidos. Há dois anos, esse número era de 540 oportunidades de trabalho para profissionais com este perfil.

Convergência
A tendência para os próximos anos é que esta demanda também cresça de maneira relevante no Brasil. Neste contexto, a palavra de ordem é convergência de tecnologias. De acordo com André Asseff, diretor da Desix, é aí que entra em cena o conceito de HTML5. “Ao longo dos últimos anos, foram desenvolvidos alguns padrões que desembocaram nessa especificação global, que pode ser suportada por todos os browsers disponíveis”, diz.

Fonte: Exame

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Top 5: Formas de ganhar dinheiro com informática

A constante evolução da informática traz consigo novas oportunidades de negócio. Já existem muitas empresas explorando as mais diversas atividades, mas sempre há espaço para novos produtos e serviços. A chave para o sucesso ao entrar nesse mercado concorrido é oferecer produtos diferenciados, sob medida para as necessidades locais. Obviamente, a qualidade pode fazer a diferença a seu favor.

Acompanho há algum tempo as publicações que trazem idéias de negócios do ramo de tecnologia. As opções que listo abaixo sempre estão entre as citadas, ou seja, são fortes as possibilidades de que você se dê bem, caso resolva levar uma delas adiante.

Moedas (Foto: stock.xchng)

Moedas (Foto: stock.xchng)

5- Redes sociais: As redes sociais oferecem também algumas oportunidades de negócio. Como sendo uma coisa nova, ainda há muito a ser explorado. No momento, duas ações voltadas às redes sociais estão em alta: o monitoramento de marcas e o relacionamento com clientes. Ambas parecem ser atividades tranquilas, porém exigem muito cuidado, já que a marca é um dos maiores bens do seu cliente.

O monitoramento de marcas é usado pelas empresas como um termômetro de como ela é vista na internet. A grosso modo, trata-se de acompanhar o que estão falando sobre a empresa e seus produtos no Twitter, Facebook, Orkut e outras redes sociais, além de sugerir e desenvolver ações que possam reverter situações ruins. Se você não quiser desenvolver algo do zero, alguns sites da internet oferecem serviços que ajudam no trabalho de monitoramento.

Já o relacionamento com clientes via redes sociais consiste em atualizar constantemente os perfis, publicar novidades, postar tuites e interagir com os usuários das redes de forma a criar um verdadeiro clima de amizade entre empresa e clientes. Não é difícil, basta um pouco de empatia, criatividade e bom senso.

4- Suporte técnico para notebooks/netbooks/tablets: As vendas de notebooks e netbooks crescem diariamente, além dos tablets que estão chegando agora com tudo. Imagine quando começarem a dar problemas; é bom que haja quem possa oferecer assistência. Apesar de parecer igual, existem algumas particularidades entre a manutenção de desktops e notebooks; mas de qualquer forma, um serviço especializado chama mais atenção e cativa o público.

Oferecer um serviço personalizado de assistência ao consumidor desses produtos pode trazer um bom retorno. Ter conhecimento para identificar e corrigir defeitos e falhas é essencial, e na área de hardware só ler tutoriais não adianta, tem que colocar a mão na massa.

3- Digitalização de documentos: O papel está sendo substituido aos poucos, mas até ele ser completamente trocado pelos documentos digitais ainda vai levar algum tempo. Enquanto isso, as empresas acumulam pilhas de papeis em armários, e que muitas vezes nem são mais consultados. E como podemos ganhar dinheiro com isso? Oferecendo o serviço de digitalização de documentos, transformando pilhas de papéis em CDs ou DVDs.

O problema é que por enquanto, documentos digitais ainda não possuem valor legal, ou seja, não podem ser usados como prova num processo judicial, por exemplo. Caso você não possa oferecer o serviço de armazenamento dos documentos digitalizados, você pode sugerir digitalizar o material que está indo para descarte (aqueles que já não precisam mais ser guardados na empresa).

O que você precisa é de uma equipe pequena (porém especializada), com alguns scanners de qualidade e computadores potentes. Reúna as várias pilhas de processos de um advogado de forma organizada num CD, e veja como ele vai ficar feliz. Uma empresa com várias filiais pelo Brasil ganharia tempo se os documentos estivessem digitalizados e disponíveis para consulta online. Sim, a digitalização de documentos também combina com a intranet da empresa, ou mesmo com a web.

2- Smartphones chegaram para ficar: Existem milhares de smartphones e celulares circulando por aí, e a tendência é haver cada vez mais deles. As plafatormas são muitas: Android, iPhone, BlackBerry, Symbian… E outras devem surgir com o tempo. Logo, desenvolver aplicações para esses dispositivos é uma atividade com vasto mercado potencial, já que possibilita às empresas romper barreiras físicas e geográficas.

Medicina, advocacia, telefonia, educação, administração e gestão de negócios, agropecuaria… praticamente todas as áreas ainda carecem de aplicações móveis. Caso não seja viável criar algo novo, então é possível portar uma solução já existente (ou integrá-la) ao smartphone. Jogos muita gente já faz, mas quando falamos de aplicações voltadas ao ambiente corporativo, então temos um grande número de empresas que ainda não perceberam os benefícios das aplicações móveis. Se você já é empregado numa empresa qualquer, é provável que ela ainda não tenha nenhum sistema relacionado a dispositivos móveis.

A parte chata menos legal é que será necessário aprender sobre programação e banco de dados, dentre outras coisas. Se você tem facilidade com lógica e matemática, sorria: Existem bons cursos de programação para as plataformas mais populares, e se você não quiser quebrar a cabeça com Java, Object-C e outras, pode desenvolver algo com uma linguagem mais “light”, como PHP e disponibilizar a aplicação para acesso via web. O Google está cheio de links de tutoriais para você começar a sentir o gostinho da coisa. Depois de fazer os primeiros exemplos, você pode ir disponibilizando na internet, colhendo opiniões e conquistando usuários.

iPad e iPhone (Foto: Divulgação)

iPad e iPhone (Foto: Divulgação)

1- Vídeo online… ou não: O vídeo tem um apelo enorme na promoção de produtos e serviços, e as empresas só não utilizam-se disso pelo alto custo que as produtoras cobram. Versáteis, também fazem sucesso na internet – e vão continuar fazendo por muito tempo – principalmente após o surgimento do Youtube. Mas não se assuste, pois não é preciso inventar uma tecnologia nova para ganhar dinheiro com vídeo: Faça filmes corporativos, filmagens de festas/casamentos, video-aulas, etc. Se você oferecer algum serviço relacionado a vídeos na internet (video conferencia, streaming) melhor ainda. Lembre-se que estamos entrando na era da imagem HD e da TV digital, que podem ser um bom começo por serem ainda pouco explorados. Elabore um bom portfolio e vá a luta.

Recomenda-se que você tenha uma boa câmera e um computador (potente) para poder editar vídeos. Aprenda a usar um software editor de vídeos (o Adobe Premiere, por exemplo) pois isso possibilitará fazer cortes, montagens, adicionar textos e melhorar a qualidade do resultado final. Dependendo do que você fizer será necessário ter um estúdio, mas caso não tenha dinheiro, também é possível quebrar um galho alugando algum estúdio fotográfico.


fonte: techtudo

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Cloud Computing (Coputação em Nuvens)



Introdução



A denominação Cloud Computing chegou aos ouvidos de muita gente em 2008, mas tudo indica que ouviremos esse termo ainda por um bom tempo. Também conhecido no Brasil como Computação nas Nuvens ouComputação em Nuvem, Cloud Computing se refere, essencialmente, à ideia de utilizarmos, em qualquer lugar e independente de plataforma, as mais variadas aplicações por meio da internet com a mesma facilidade de tê-las instaladas em nossos próprios computadores. Neste artigo de introdução à Cloud Computing, você entenderá melhor este conceito.


Entendendo a Cloud Computing

Estamos habituados a utilizar aplicações instaladas em nossos próprios computadores, assim como a armazenar arquivos e dados dos mais variados tipos neles. No ambiente corporativo, esse cenário é um pouco diferente, já que nele é mais fácil encontrar aplicações disponíveis em servidores que podem ser acessadas por qualquer terminal autorizado por meio de uma rede.

A principal vantagem desse modelo está no fato de ser possível, pelo menos na maioria das vezes, utilizar as aplicações mesmo sem acesso à internet ou à rede. Em outras palavras, é possível usar esses recursos de maneira off-line. Entretanto, todos os dados gerados estarão restritos a esse computador, exceto quando compartilhados em rede, coisa que não é muito comum no ambiente doméstico. Mesmo no ambiente corporativo, isso pode gerar algumas limitações, como a necessidade de se ter uma licença de um determinado software para cada computador, por exemplo.

A evolução constante da tecnologia computacional e das telecomunicações está fazendo com que o acesso à internet se torne cada vez mais amplo e cada vez mais rápido. Em países mais desenvolvidos, como Japão, Alemanha e Estados Unidos, é possível ter acesso rápido à internet pagando-se muito pouco. Esse cenário cria a situação perfeita para a popularização da Cloud Computing, embora esse conceito esteja se tornando conhecido no mundo todo, inclusive no Brasil.

Com a Cloud Computing, muitos aplicativos, assim como arquivos e outros dados relacionados, não precisam mais estar instalados ou armazenados no computador do usuário ou em um servidor próximo. Esse conteúdo passa a ficar disponível nas "nuvens", isto é, na internet. Ao fornecedor da aplicação cabe todas as tarefas de desenvolvimento, armazenamento, manutenção, atualização, backup, escalonamento, etc. O usuário não precisa se preocupar com nada disso, apenas com acessar e utilizar.

Um exemplo prático desta nova realidade é o Google Docs, serviço onde os usuários podem editar textos, fazer planilhas, elaborar apresentações de slides, armazenar arquivos, entre outros, tudo pela internet, sem necessidade de ter programas como o Microsoft Office ou OpenOffice.org instalados em suas máquinas. O que o usuário precisa fazer é apenas abrir o navegador de internet e acessar o endereço do Google Docs para começar a trabalhar, não importando qual o sistema operacional ou o computador utilizado para esse fim. Neste caso, o único cuidado que o usuário deve ter é o de utilizar um navegador de internet compatível, o que é o caso da maioria dos browsers da atualidade.



Algumas características da Cloud Computing

Cloud Computing - Computação nas NuvensConforme já dito, uma das vantagens da Cloud Computing é a possibilidade de utilizar aplicações diretamente da internet, sem que estas estejam instaladas no computador do usuário. Mas, há outras significativas vantagens:

- na maioria dos casos, o usuário pode acessar determinadas aplicações independente do seu sistema operacional ou de hardware;

- o usuário não precisa se preocupar com a estrutura para executar a aplicação: hardware, procedimentos de backup, controle de segurança, manutenção, entre outros, ficam a cargo do fornecedor do serviço;

- compartilhamento de dados e trabalho colaborativo se tornam mais fáceis, uma vez que todos os usuários acessam as aplicações e os dados do mesmo lugar: a "nuvem". Muitas aplicações do tipo já são elaboradas considerando essas possibilidades;

- dependendo do fornecedor, o usuário pode contar com alta disponibilidade, já que, se por exemplo, um servidor parar de funcionar, os demais que fazem parte da estrutura continuam a oferecer o serviço;

- o usuário pode contar com melhor controle de gastos. Muitas aplicações em Cloud Computing são gratuitas e, quando é necessário pagar, o usuário só o fará em relação aos recursos que usar ou ao tempo de utilização. Não é, portanto, necessário pagar por uma licença integral de uso, tal como acontece no modelo tradicional de fornecimento de software;

- dependendo da aplicação, o usuário pode precisar instalar um programa cliente em seu computador. Mas, neste caso, todo ou a maior parte do processamento (e até mesmo do armazenamento de dados) fica por conta das "nuvens".

Note que, independente da aplicação, com a Cloud Computing o usuário não necessita conhecer toda a estrutura que há por trás, ou seja, ele não precisa saber quantos servidores executam determinada ferramenta, quais as configurações de hardware utilizadas, como o escalonamento é feito, onde está a localização física do datacenter, enfim. O que importa ao usuário é saber que a aplicação está disponível nas nuvens, não importa de que forma.



Software as a Service (SaaS)

Intimamente ligado à Cloud Computing está o conceito de Software as a Service (SaaS) ou, em bom português, Software como Serviço. Em sua essência, trata-se de uma forma de trabalho onde o software é oferecido como serviço, assim, o usuário não precisa adquirir licenças de uso para instalação ou mesmo comprar computadores ou servidores para executá-lo. Nesta modalidade, no máximo, paga-se um valor periódico - como se fosse uma assinatura - somente pelos recursos utilizados e/ou pelo tempo de uso.

Para entender melhor os benefícios do SaaS, suponha que uma empresa que tem vinte funcionários necessita de um software para gerar folhas de pagamento. Há várias soluções prontas para isso no mercado, no entanto, a empresa terá que comprar licenças de uso do software escolhido e, dependendo do caso, até mesmo hardware para executá-lo. Muitas vezes, o preço da licença ou mesmo dos equipamentos pode gerar um custo alto e não compatível com a condição de porte pequeno da empresa.

Se, por outro lado, a empresa encontrar um fornecedor de software para folhas de pagamento que trabalha com o modelo SaaS, a situação pode ficar mais fácil: essa companhia poderá, por exemplo, oferecer esse serviço através de Cloud Computing e cobrar apenas pelo número de usuários e/ou pelo tempo de uso.

Dessa forma, a empresa interessada paga um valor baixo pelo uso da aplicação. Além disso, hardware, instalação, atualização, manutenção, entre outros, ficam por conta do fornecedor. Também é importante levar em conta que o intervalo entre a contratação do serviço e o início de sua utilização é extremamente baixo, o que não aconteceria se o software tivesse que ser instalado nos computadores do cliente. Este só precisa se preocupar com o acesso ao serviço (no caso, uma conexão à internet) ou, se necessário, com a simples instalação de algum recurso mínimo, como um plugin no navegador de internet de suas máquinas.

IBM e HP são dois exemplos de companhias que já oferecerem soluções em SaaS: HP SaaS; IBM SaaS.

Há também conceitos derivados, utilizados por algumas companhias para diferenciar os seus serviços, entre eles:

- Platform as a Service (PaaS): Plataforma como Serviço. Trata-se de um tipo de solução mais amplo para determinadas aplicações, incluindo todos (ou quase todos) os recursos necessários à operação, como armazenamento, banco de dados, escalabilidade (aumento automático da capacidade de armazenamento ou processamento), suporte a linguagens de programação, segurança e assim por diante;

- Database as a Service (DaaS): Banco de Dados com Serviço. O nome já deixa claro que esta modalidade é direcionada ao fornecimento de serviços para armazenamento e acesso de volumes de dados. A vantagem aqui é que o detentor da aplicação conta com maior flexibilidade para expandir o banco de dados, compartilhar as informações com outros sistemas, facilitar o acesso remoto por usuários autorizados, entre outros;

- Infrastructure as a Service (IaaS): Infraestrutura como Serviço. Parecido com o conceito de PaaS, mas aqui o foco é a estrutura de hardware ou de máquinas virtuais, com o usuário tendo inclusive acesso a recursos do sistema operacional;

- Testing as a Service (TaaS): Ensaio como Serviço. Oferece um ambiente apropriado para que o usuário possa testar aplicações e sistemas de maneira remota, simulando o comportamento destes em nível de execução.



Exemplos de aplicações em Cloud Computing

Os termos Cloud Computing e Computação nas Nuvens são relativamente recentes, como você já sabe, mas se analisarmos bem, veremos que a ideia não é, necessariamente, nova. Serviços de e-mail, como Gmail e Yahoo! Mail; discos virtuais na internet, como Dropbox; sites de armazenamento e compartilhamento de fotos ou vídeos, como Flickr eYouTube. Todos são exemplos de aplicações que, de certa forma, estão dentro do conceito de Cloud Computing. Note que todos esses serviços não executam no computador do usuário e este pode acessá-los de qualquer lugar, muitas vezes sem necessidade de instalar aplicativos em sua máquina ou de pagar licenças de software. No máximo, paga-se um valor periódico pelo uso do serviço ou pela contratação de recursos adicionais, como maior capacidade de armazenamento de dados, por exemplo.

Abaixo, uma breve lista de serviços que incorporam bem o conceito de Cloud Computing:

- Google Apps: esse é um pacote de serviços que o Google oferece que contém aplicativos de edição de texto, planilhas e apresentações (Google Docs), serviço de agenda (Google Agenda), comunicador instantâneo integrado (Google Talk), e-mail com o domínio da empresa (por exemplo, contato@infowester.com), entre outros. Todos esses serviços são processados pelo Google e o cliente só precisa criar as contas do usuário. O Google Apps oferece pacotes gratuitos e pagos, de acordo com o número de usuários. Um dos maiores clientes do Google Apps é a Procter & Gamble, que contratou os serviços para mais de 130 mil colaboradores;

- Amazon: a Amazon é um dos maiores serviços de comércio eletrônico do mundo. Para suportar o volume de vendas no período de Natal, a empresa montou uma superestrutura de processamento e armazenamento de dados, que acaba ficando ociosa na maior parte do ano. Foi a partir daí que a companhia teve a ideia de "alugar" esses recursos, com serviços como o Simple Storage Solution (S3), para armazenamento de dados, e Elastic Compute Cloud (EC2), para uso de máquinas virtuais. É possível saber mais sobre as soluções oferecidas pela Amazon nesta página;

- Live Mesh: esta é um tecnologia da Microsoft direcionada ao segmento doméstico. Sua proposta principal é a de permitir que o usuário acesse o seu desktop e seus documentos de qualquer computador, com a diferença de que todos os seus arquivos ficam nas nuvens, isto é, no servidores da Microsoft. Para saber mais sobre esse serviço, veja esta matéria publicada no Blog InfoWester;

- Panda Cloud Antivirus: como o nome indica, este é um programa antivírus da Panda Software, mas com uma grande diferença: a maior parte do trabalho necessário à ferramenta para pesquisar e eliminar malwares fica por conta das "nuvens". Com isso, de acordo com a Panda, essa solução acaba evitando que o antivírus deixe o computador lento;

Aprex: brasileiro, o Aprex oferece um conjunto de ferramentas para uso profissional, como calendário, gerenciador de contatos, lista de tarefas, disco virtual, blog, serviço de e-mail marketing, apresentações, entre outros. Tudo é feito pela Web e, no caso de empresas, é possível até mesmo inserir logotipo e alterar o padrão de cores das páginas. Há opções de contas gratuitas e pagas.


Finalizando

Na verdade, qualquer tentativa de definir o que é Cloud Computing pode não ser 100% precisa. Isso porque as ideias por trás da noção de Computação nas Nuvens são muito novas e as opiniões de especialistas em computação ainda divergem. Mas a noção básica é a que foi explicada neste artigo.

É claro que ainda há muita coisa por fazer. Por exemplo, a simples ideia de determinadas informações ficarem armazenadas em computadores de terceiros (no caso, os fornecedores de serviço), mesmo com documentos garantindo a privacidade e o sigilo, preocupam pessoas e, principalmente, empresas, motivo pelo qual esse ponto precisa ser melhor estudado. Além disso, há outras questões, como o problema da dependência de acesso à internet: o que fazer quando a conexão cair? Algumas companhias já trabalham em formas de sincronizar aplicações off-line com on-line, mas tecnologias para isso ainda precisam evoluir bastante.

De qualquer forma, o futuro aponta para esse caminho. Além das mencionadas empresas neste artigo, companhias como Dell, Intel, Oracle e Microsoft já estão trabalhando nas mais variadas soluções para Cloud Computing. Esta última, por exemplo, já até anunciou o Azure, uma plataforma própria para a execução de aplicações nas "nuvens".